sábado, 14 de janeiro de 2012

Nem sei porque voltei a fazer isso, talvez por pura invejinha ou falta de ter onde escrever tudo que sinto ou penso, sem ninguém pra me criticar, ou dar retweet ou curtir. Tem muito tempo que não escrevo, muito tempo que não me abro. Tempo que não sou eu mesma, que não me sinto eu mesma.
As coisas mudaram, as pessoas mudaram, e principalmente, eu mudei. Mas aqui dentro eu sei, que continuo a mesma pessoa, a mesma idiota com vontades absurdas. A mesma que sempre vai abaixar a cabeça querendo dar um soco.
Leio e releio o que escrevo e sinto que falta algo ... Quero por todos os sentimentos pra fora, como se põem um vômito após uma bebedeira, e quero um resultado parecido. Como se tivesse me livrado do que me fazia 'mal'. Muito injusto falar que a bebida me fez mal, afinal, eu iria beber achando que ela me livrará dos meus males. Gosto do efeito que a bebida me faz, gosto de como me sinto no momento em que me embriago, só não gosto de todo o gosto forte, e da maneira que me sinto depois que seu efeito passa; como se eu precisasse estar ali por mais alguns estúpidos minutos, fazendo merda, ouvindo merda, pensando merda - merda das quais fossem melhores que as que me fizeram beber, ou talvez pior. - e depois de tanta merda, tanto álcool, só me vem a cabeça:
                                  - Mais um drink por favor. Ridículo não? Tentando "afogar magoas" como se isso fosse possível, como se valesse a pena.
E depois de tanta ladainha, só me vem a cabeça UMA frase: "A pior morte não é aquela carnal, e sim aquela que se morre por dentro, e que ninguém percebe." Pois é isso que acontece comigo.

3 comentários:

  1. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH eu tenho q comentar né... Apesar de ser um TEXTO gigante, parecendo uma biblia eu nem li, mas deve ser algo legal! kkkkkkkkkkkkk

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