sábado, 10 de março de 2012
4º
Tem um pedaço de mim com você, eu acho. Não que seja um drama adolescente em que você o levou embora e me deixou sofrendo, sabe? É só que eu me sinto tão completa quando estou contigo…
E nós nunca vamos nos beijar na chuva. Eu também nunca vou calar sua boca com um beijo e nenhuma das nossas brigas vão acabar na cama.
Eu nunca vou te observar enquanto você dorme e nunca vou fazer cafuné em você quando você estiver com a cabeça deitada no meu peito.
Não vamos passar tardes assistindo filmes românticos debaixo das cobertas e comendo brigadeiro. Também não vamos passar madrugadas acordados conversando. Nossos planos não vão se concretizar.
Eu não vou ficar com vergonha conhecendo sua família. Não vamos contar aos nossos filhos a longa e estranha história sobre como nos conhecemos.
As pessoas não vão olhar pra nós e falarem sobre como nós somos bonitinhos juntos.
Não vamos discutir sobre quem vai levantar pra apagar a luz do quarto.
Não vamos ter um futuro.
Tudo isso poderia ter acontecido, mas não vai.
Porque nós dois fomos feitos pra nos conhecermos, nos apaixonarmos, mas não pra ficarmos juntos.
Eu nunca vou te observar enquanto você dorme e nunca vou fazer cafuné em você quando você estiver com a cabeça deitada no meu peito.
Não vamos passar tardes assistindo filmes românticos debaixo das cobertas e comendo brigadeiro. Também não vamos passar madrugadas acordados conversando. Nossos planos não vão se concretizar.
Eu não vou ficar com vergonha conhecendo sua família. Não vamos contar aos nossos filhos a longa e estranha história sobre como nos conhecemos.
As pessoas não vão olhar pra nós e falarem sobre como nós somos bonitinhos juntos.
Não vamos discutir sobre quem vai levantar pra apagar a luz do quarto.
Não vamos ter um futuro.
Tudo isso poderia ter acontecido, mas não vai.
Porque nós dois fomos feitos pra nos conhecermos, nos apaixonarmos, mas não pra ficarmos juntos.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
3º
Então, estou aqui de novo. Que bagunça tem sido essa na minha vida, nos meus sentimentos e na minha mente?
Tenho perdido a razão inúmeras vezes, agido de má fé. Agindo como se nada mais importasse, pensando respectivamente em coisas que não importa pra ninguém.
Fumado como se fosse morrer daqui um dia, como se fosse meu ultimo dia.
Sentindo falta de pessoas, de coisas. De momentos especiais.
A música, ah! a música, ele me castiga ainda mais. Ouço cada acorde, cada nota, e sinto dentro do meu intimo. Não ouço nenhuma voz, apenas os acordes. Minha sensibilidade está abalada. As coisas tem mudado, eu tenho mudado de uma maneira que eu não sei explicar.
Sinto tanto de um lado, e de outro não sinto nada. Com uma pessoa eu sinto tudo, sinto todos. Sinto falta, sinto saudade, sinto desejo, sinto fogo e com outra não sinto mais nada além de pena, de respeito, de carinho bobo.
Minha sensibilidade está abalada, repito. Nem pra escrever me sinto inteira mais. Como se faltasse algo, um pedaço, uma parte, alguém.
Olho pro redor da minha sala e encontro meus pais, minhas coisas, meu gato. Todos que convivem diariamente comigo, não falta ninguém. Mas esse sentimento continua latente, como se falasse comigo: Ei! Acorde, falta alguém.
Eu não preciso de ninguém, não preciso da presença de ninguém além da minha mesma. Porque isso insiste tanto em me perseguir? Como se realmente fosse preciso eu depender de algo que não é meu, que nunca será meu. Como se fosse preciso acontecer toda a merda de novo. Como se precisasse eu enlouquecer, perder toda razão, toda noção de mundo, de tempo e finalmente, 'me apaixonar'. Sério, eu não quero isso. Não quero saudade, não quero ligações, não quero torpedos, não quero presença, não quero beijos. Não quero sentir nada. E não quero mais continuar mentindo pra mim desse jeito. Dizendo constantemente que não quero algo que tanto desejo.
Tenho perdido a razão inúmeras vezes, agido de má fé. Agindo como se nada mais importasse, pensando respectivamente em coisas que não importa pra ninguém.
Fumado como se fosse morrer daqui um dia, como se fosse meu ultimo dia.
Sentindo falta de pessoas, de coisas. De momentos especiais.
A música, ah! a música, ele me castiga ainda mais. Ouço cada acorde, cada nota, e sinto dentro do meu intimo. Não ouço nenhuma voz, apenas os acordes. Minha sensibilidade está abalada. As coisas tem mudado, eu tenho mudado de uma maneira que eu não sei explicar.
Sinto tanto de um lado, e de outro não sinto nada. Com uma pessoa eu sinto tudo, sinto todos. Sinto falta, sinto saudade, sinto desejo, sinto fogo e com outra não sinto mais nada além de pena, de respeito, de carinho bobo.
Minha sensibilidade está abalada, repito. Nem pra escrever me sinto inteira mais. Como se faltasse algo, um pedaço, uma parte, alguém.
Olho pro redor da minha sala e encontro meus pais, minhas coisas, meu gato. Todos que convivem diariamente comigo, não falta ninguém. Mas esse sentimento continua latente, como se falasse comigo: Ei! Acorde, falta alguém.
Eu não preciso de ninguém, não preciso da presença de ninguém além da minha mesma. Porque isso insiste tanto em me perseguir? Como se realmente fosse preciso eu depender de algo que não é meu, que nunca será meu. Como se fosse preciso acontecer toda a merda de novo. Como se precisasse eu enlouquecer, perder toda razão, toda noção de mundo, de tempo e finalmente, 'me apaixonar'. Sério, eu não quero isso. Não quero saudade, não quero ligações, não quero torpedos, não quero presença, não quero beijos. Não quero sentir nada. E não quero mais continuar mentindo pra mim desse jeito. Dizendo constantemente que não quero algo que tanto desejo.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
2º
Você desapareceu, como todo o resto. Com quem mais posso conversar e esquecer dos meus problemas? Me sinto perdida.
Nunca imaginei que você faria essa falta, esse vazio enorme, como se eu dependesse da sua linda presença.
Tem parecido que você faz de proposito, como se quisesse se ver livre de mim. É isso mesmo? Me explique.
Depois de você, de tudo que veio de você, tenho tido tanta vontade de viver, de ser eu mesma. Como pode isso? As vezes eu só queria ser como você.
Minha cabeça tem andado tão confusa, queria tanto te dizer isso tudo, te dizer como tudo tem acontecido, como tenho me sentido, mas você não iria me ouvir, não iria entender, não iria querer saber.
Eu penso em ti a todo momento, desde quando me acordo até quando pego no sono. Penso em você até quando sonho contigo, com seu sorriso doentio. Porque você? Porque tudo? Porque comigo?
Finalmente a fria e calculista se tornará humana? Finalmente EU, sou alguém normal que outra pessoa irá pisar até cansar?
Estou cansada de não poder falar com você, de não poder te ter. É horrível saber que você nunca será meu. Ridículo essa sensação de falta quando você não está e mais ridículo ainda o sorriso bobo que eu faço quando você me liga, quando você se importa, quando você .. quando você por um minuto, é meu.
Nunca imaginei que você faria essa falta, esse vazio enorme, como se eu dependesse da sua linda presença.
Tem parecido que você faz de proposito, como se quisesse se ver livre de mim. É isso mesmo? Me explique.
Depois de você, de tudo que veio de você, tenho tido tanta vontade de viver, de ser eu mesma. Como pode isso? As vezes eu só queria ser como você.
Minha cabeça tem andado tão confusa, queria tanto te dizer isso tudo, te dizer como tudo tem acontecido, como tenho me sentido, mas você não iria me ouvir, não iria entender, não iria querer saber.
Eu penso em ti a todo momento, desde quando me acordo até quando pego no sono. Penso em você até quando sonho contigo, com seu sorriso doentio. Porque você? Porque tudo? Porque comigo?
Finalmente a fria e calculista se tornará humana? Finalmente EU, sou alguém normal que outra pessoa irá pisar até cansar?
Estou cansada de não poder falar com você, de não poder te ter. É horrível saber que você nunca será meu. Ridículo essa sensação de falta quando você não está e mais ridículo ainda o sorriso bobo que eu faço quando você me liga, quando você se importa, quando você .. quando você por um minuto, é meu.
sábado, 14 de janeiro de 2012
___ Czz
Alguém entra na sua vida, rouba seu tempo, destrói sua confiança, agride sua auto-estima, estilhaça o pouco que resta da sua esperança no amor.
E sai ileso.
Não adianta desperdiçar sofrimento por quem não merece. É como escrever poemas no papel higiênico, e limpar o cu com os sentimentos mais nobres.
E sai ileso.
Não adianta desperdiçar sofrimento por quem não merece. É como escrever poemas no papel higiênico, e limpar o cu com os sentimentos mais nobres.
1º
Nem sei porque voltei a fazer isso, talvez por pura invejinha ou falta de ter onde escrever tudo que sinto ou penso, sem ninguém pra me criticar, ou dar retweet ou curtir. Tem muito tempo que não escrevo, muito tempo que não me abro. Tempo que não sou eu mesma, que não me sinto eu mesma.
As coisas mudaram, as pessoas mudaram, e principalmente, eu mudei. Mas aqui dentro eu sei, que continuo a mesma pessoa, a mesma idiota com vontades absurdas. A mesma que sempre vai abaixar a cabeça querendo dar um soco.
Leio e releio o que escrevo e sinto que falta algo ... Quero por todos os sentimentos pra fora, como se põem um vômito após uma bebedeira, e quero um resultado parecido. Como se tivesse me livrado do que me fazia 'mal'. Muito injusto falar que a bebida me fez mal, afinal, eu iria beber achando que ela me livrará dos meus males. Gosto do efeito que a bebida me faz, gosto de como me sinto no momento em que me embriago, só não gosto de todo o gosto forte, e da maneira que me sinto depois que seu efeito passa; como se eu precisasse estar ali por mais alguns estúpidos minutos, fazendo merda, ouvindo merda, pensando merda - merda das quais fossem melhores que as que me fizeram beber, ou talvez pior. - e depois de tanta merda, tanto álcool, só me vem a cabeça:
- Mais um drink por favor. Ridículo não? Tentando "afogar magoas" como se isso fosse possível, como se valesse a pena.
E depois de tanta ladainha, só me vem a cabeça UMA frase: "A pior morte não é aquela carnal, e sim aquela que se morre por dentro, e que ninguém percebe." Pois é isso que acontece comigo.
As coisas mudaram, as pessoas mudaram, e principalmente, eu mudei. Mas aqui dentro eu sei, que continuo a mesma pessoa, a mesma idiota com vontades absurdas. A mesma que sempre vai abaixar a cabeça querendo dar um soco.
Leio e releio o que escrevo e sinto que falta algo ... Quero por todos os sentimentos pra fora, como se põem um vômito após uma bebedeira, e quero um resultado parecido. Como se tivesse me livrado do que me fazia 'mal'. Muito injusto falar que a bebida me fez mal, afinal, eu iria beber achando que ela me livrará dos meus males. Gosto do efeito que a bebida me faz, gosto de como me sinto no momento em que me embriago, só não gosto de todo o gosto forte, e da maneira que me sinto depois que seu efeito passa; como se eu precisasse estar ali por mais alguns estúpidos minutos, fazendo merda, ouvindo merda, pensando merda - merda das quais fossem melhores que as que me fizeram beber, ou talvez pior. - e depois de tanta merda, tanto álcool, só me vem a cabeça:
- Mais um drink por favor. Ridículo não? Tentando "afogar magoas" como se isso fosse possível, como se valesse a pena.
E depois de tanta ladainha, só me vem a cabeça UMA frase: "A pior morte não é aquela carnal, e sim aquela que se morre por dentro, e que ninguém percebe." Pois é isso que acontece comigo.
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